quarta-feira, 23 de abril de 2014

VOCÊ TEM FÉ ?

Conta-se que um homem esticou um cabo de aço sobre as Cataratas do Niágara, que ficam na divisa entre o Canadá e os Estados Unidos.
Em seguida, atravessou andando sobre o cabo de aço. Foi e voltou.
A multidão, extasiada, aplaudiu.
Aproximando-se de uma senhora que estava no meio do povo, aquele homem perguntou:
- A senhora acredita que eu consigo atravessar novamente?
- É claro! - respondeu a mulher.
- A senhora acredita que eu consigo atravessar levando um carrinho de mão?
- Sim, eu acredito.
- A senhora acredita que eu consigo atravessar levando um carrinho de mão com uma pessoa dentro?
- Tenho certeza que sim!
- Então, disse o homem, a senhora poderia, por favor, ajudar-me neste número, entrando no carrinho?
- De jeito nenhum!

Ela acreditava, mas não confiava.
“Confiar é entregar-se aos cuidados de Deus”
Confie e creia no Senhor, coloque-se em sua direção e suba no carrinho!

Hebreus 11.1

Ora, a fé é a certeza daquilo que esperamos e a prova das coisas que não vemos.

sábado, 19 de abril de 2014

PASCOA


A palavra Páscoa vem do hebraico pesah que traduzida para o grego será (páscoa), que significa passagem.
A Páscoa no Primeiro ou Antigo Testamento tem a finalidade de celebrar a passagem do Senhor Deus, que libertou o povo de Israel da escravidão do  Egito. No seu aspecto histórico a Páscoa no AT é a festa que faz a memória da passagem de Deus no Egito para a libertação do povo. (Ex 12)
No aspecto agrícola anteriormente era a celebração do início da primavera, no primeiro mês da colheita da cevada, e que Israel adaptou, para a celebração da Páscoa, onde faziam pães sem fermento, conforme está em DT 16,3.
No aspecto pastoril era o sacrifício de um cordeiro cujo sangue era colocado na entrada das tendas dos pastores nômades para a proteção dos rebanhos. Israel também usou este rito para lembrar o dia em que no Egito, Israel precisou passar o sangue do cordeiro em suas portas para protegê-los da passagem do Senhor, como se encontra em Ex 12.
Quando o povo de Israel entra na terra de Canaã celebra a Páscoa em Guigal, conforme está no livro de Josué cap.5,10-11. A Páscoa que os nossos irmãos judeus realizam ainda hoje tem o sentido de fazer a memória da libertação do Povo do Egito, conforme se encontra em Dt 16,1-4 .

A Páscoa no Segundo ou Novo Testamento é a passagem da morte para a vida – é a Ressurreição de Jesus de Nazaré, que havia sido morto na cruz. É a vitória de Deus sobre tudo o que fere e mata a vida. Jesus faz a sua passagem da morte para a vida plena. A partir da Ressurreição de Jesus temos o convite de Deus para participar da vida eterna. Como a prisão de Jesus e sua posterior morte, ocorreram na época da celebração da Páscoa dos Judeus (cf. Mt 26,17-56; Mc 14,12-50; Lc 22,14-62 e Jo 13), a sua Ressurreição toma agora o significado de libertação da morte para a vida eterna. Está descrita nos evangelhos: Mt 28,1-8; Mc 16,1-8; Lc 24 e Jo 20.
Para nós cristãos, a Páscoa tem este significado, a Ressurreição de Jesus, a ressurreição para a vida plena, para a vida eterna, para uma nova vida de amor com Deus.
Muitas pessoas mesmo que ainda estejam vivas, enquanto não vivem no amor, na paz, na justiça e na alegria que Deus nos oferece, mas que preferem viver dominadas pelo ódio, pela mentira, pela vingança, pela injustiça e pelo desamor, estão mortas para Vida. E quando uma dessas pessoas percebe que Jesus lhes oferece uma nova vida de amor e a Ele aderem, e mudam totalmente de vida, fazem assim digamos uma ressurreição, como em Lc15,32.

quarta-feira, 16 de abril de 2014

PEIXE NA SEXTA-FEIRA SANTA?



Este ensinamento é de exclusividade da IGREJA CATÓLICA, não sendo assim seguido no meio EVANGÉLICO.
Mas os católicos dizem que a;“A Igreja recomenda” (infelizmente é difícil ouvirmos dizer até no meio EVANGÉLICO: A Bíblia recomenda, ou Está escrito na BÍBLIA)
“Por que não se pode comer carne na Quarta-Feira de Cinzas e na Sexta-Feira da Paixão?”
A Igreja recomenda que, na Quarta-Feira de Cinzas e também na Sexta-Feira Santa, os fiéis jejuem e se abstenham de carne.
O sentido desta prescrição antiguíssima é levar os fiéis a se unir ao sacrifício de Cristo. Fazemos um sacrifício para nos sentirmos mais unidos a Jesus, que na cruz realizou o sacrifício de sua vida por amor à humanidade e solidariedade aos pecadores.
Por que a carne? Porque é um alimento do qual, normalmente, todos gostam. Não seria sacrifício abster-se de uma coisa da qual não gosta.
O jejum e a abstinência da carne, além de nos conduzir á união com Jesus em sua experiência de sofrimento, tem ainda dois outros valores intrinsecamente relacionados:
1º Revelam a superioridade da pessoa humana sobre as coisas; só podemos renunciar aos alimentos porque somos livres e senhores de nossos impulsos; não somos escravos das coisas.
2º Deixando de comer uma coisa de que gostamos, e ainda sentindo um pouco de fome, lembramo-nos de quem fica sem comer por não ter o necessário para sua subsistência, e nos sentimos impelidos a ajudá-los, repartindo com eles o que Deus nos deu.
A Igreja recomenda, ainda, que em toda sexta-feira do ano o Católico praticante faça uma penitência, que pode ser substituída por uma obra de caridade (por exemplo, visitar um doente ou ajudar uma pessoa pobre) ou de piedade (por exemplo, ir à Missa, rezar o terço em família, via-sacra, círculo bíblico etc).
É necessário que os cristãos se convertam, vivam intensamente a Quaresma a fim de converter esta sociedade que a passos largos, foge do Ressuscitado e cada dia mais se distancia do Reino de Deus.
Irmãos, não se deixem levar por heresias, devemos e temos um manual. A Bíblia é a fonte de vida para o crente. Confronte sempre com a palavra as suas dúvidas e comer ou não carne na semana santa não é principio bíblico e o que não é bíblico não devemos levar em conta.
Leia Exodo 20 (a verdadeira Lei de Deus) Isaias 58:13,14 o verdadeiro dia do Senhor.
Convido todos a participarem da ESCOLA DOMINICAL para aprender mais da Palavra de Deus e assim tomar conhecimento das verdades que estão na Palavra de Deus e não se deixar levar pelo engano.

terça-feira, 15 de abril de 2014

A BÍBLIA APRESENTA





1. O melhor livro que já foi escrito (II Timóteo 3:16,17)
2. O maior Mestre na história da humanidade (João 14:26)
3. A melhor resposta acerca da vida eterna (Lucas 2:49)
4. A maior transformação operada pelo poder de Deus (João 1:12, 13)
5. A maior evidência de um verdadeiro cristianismo (II Corintios 5:17)
6. A melhor orientação para a saúde espiritual (II Timóteo 2:15)
7. A melhor descrição de Cristo como nosso Senhor (Apocalipse 1:13-17)
8. O melhor entendimento (I João 5:20)
9. O maior poder para todo aquele que crê (Romanos 1:16)
10. A maior pergunta que todos devemos responder (Atos 16:30,31)
11. O maior mistério (I Timóteo 3:13)
12. O maior e melhor presente (João 3:16)
13. A melhor arma (Hebreus 4:12)
14. A melhor e maior recompensa para a obediência (João 15:14)
15. O maior sacrifício (Gálatas 2:20)
16. O único sacrifício pedido aos crentes (Romanos 12:1)
17. O maior desejo do apóstolo Paulo (Filipenses 3:10,11)
18. A melhor regra para viver melhor (Mateus 7:12)
19. Total segurança para crentes fiéis (I João 5:13)
A melhor condição para se conseguir felicidade (Lucas 10:20)


sexta-feira, 11 de abril de 2014

O cego Bartimeu



Porque ele foi curado?
Mc 10.46-53 A cura do cego Bartimeu acontece no último ano do ministério de Jesus, o que nos deixa uma sensação de que seria naquela época ou nunca.
Quem era Bartimeu? O Que tinha Bartimeu? Uma capa surrada e um amigo também cego, colega de profissão. Dois mendigos. Naquele local Bartimeu era muito conhecido. Era o ponto que esmolava. Imagino quão sofrida não deve ser a vida de um cego, de um pedinte. Somos descriminados por nossas deficiências.
Porque ele foi curado?

-Ele não se revoltou com a situação. 
Salmo 34.4-6 diz “No dia que comecei a ficar deprimido, busquei ao Senhor, e ele livrou-me de todos os meus temores. O Senhor ouviu este pobre, livrou-me de todas as minhas angustias”. 
Deus não livrou de algumas, de várias ou de uma. Deus livrou de todas. Aleluia! Lá estava Bartimeu bradando e clamando também.
-Ele não se isolou Muitos ao enfrentar crises se isola dos amigos, da sociedade, se enclausuram do mosteiro da comiseração e da auto-piedade. Quem tem problemas fica tendencioso ao isolamento. Quem sofre de alguma deficiência se sente descriminado pela vida e fatalmente cai em depressão. Este homem era diferente, ele chamou outro deficiente e sob a sua influência estavam os dois ali no dia que Jesus passou. Jesus nos ensinou um princípio lindo acerca de unidade no sofrimento: “Onde dois ou três se reunirem em meu nome, lá estarei eu no meio deles” (MT 18.20). Meu irmão a luta é feroz, a batalha é cruel, chame outras pessoas para estar com você. Comecem a clamar juntos, Jesus vai aparecer e o milagre vai acontecer. Isto não é chavão, é padrão Bíblico para o cristão. Daniel se viu em aperto, logo chamou Hananias, Misael e Azarias para orar (Dn 2.16-19). Jesus quando se viu em aperto não se isolou, chamou seus discípulos para orar com ele. Jesus os levou consigo para aumentar o coro do clamor.
-Ele não se importou se o seu caso era pior que o do amigo Seu amigo também era cego, mais pelo menos ainda tinha os globos oculares. Sua situação mais difícil poderia afetar sua fé. Mais Bartimeu de alguma forma parecia entender que o problema quanto mais difícil é melhor para Deus. 
Nabucodonosor em apuros chama Daniel: “Daniel, príncipe de Deus, eu sei que há em ti um espírito excelente, o espírito dos Deuses e que nada para ti é difícil.” Dn4. 4,5,8-9. Paulo nos ensinou: “Posso todas as coisas naquele que me fortalece”. Fp 4.13
-Ele vivia informado Tudo que Bartimeu conhecia agora eram vozes. Vozes de que lhe dava um pão, de que lhe oferecia uma moeda. Vozes de um romano que passando praguejava: “Bem feito filho de Timeu! Quem mandou seu pai provocar o império, quem mandou levantar sedições?” Quando estas coisas acontecem só a palavra nos conforta, sustenta e levanta. Na época de Bartimeu a palavra havia descido a terra e estava habitando entre os homens. Disseram Jesus de Nazaré vai passando. Era o verbo, a palavra, o filho do próprio Deus. Era cego mais não era desinformado. Logo identificou a preciosidade daquela oportunidade e começou a clamar. De alguma forma sentiu que aquela era a chance da sua vida,  Concebeu a possibilidade de ser alcançado com a cura, Não ficou questionando as dificuldades, a falta do globo ocular. Salmo 33.6 diz “Os céus se fizeram por sua palavra”. Salmo 107.20 diz: “Enviou sua palavra e os sarou, e os livrou da destruição.”
O poder da palavra de Jesus é tremendo: Sl 147. 8-9 diz que “Ele sustenta o universo com sua palavra, é ele quem cobre o céu de nuvem, é ele quem dá a chuva que faz produzir as árvores, que dá aos animais o seu sustento”. Sl 147.18 “É ele quem fortalece o ferrolho da sua porta para que o inimigo não te ataque”. Sl 147.20 diz “Porém não faz assim com nenhuma outra nação, pois suas palavras só funcionam com os seus eleitos”. O centurião disse a Jesus: “Dizei-me uma palavra e o meu rapaz sarará” (MT. 8.8).
-Clamar, Clamar e Clamar O Coração do Senhor se derrete ante ao clamor do seu povo. Ele disse a Moisés, “eu ouvi o clamor do meu povo”. Os filhos de Israel gemiam pela escravidão egípcia, e por causa dela clamaram. O clamor daquele povo subiu ao Senhor (Ex2. 23). Ex 3.9 “Se alguém te afligir e clamares a mim ouvirei o teu clamor”. SM 22.7 “Na minha angústia clamei ao Senhor e ele do seu templo me ouviu”. Bartimeu agora não era um cego que esmolava, mais um cego que clamava. Jesus ao curar Bartimeu: Comprou uma briga com o Império Romano Não podemos esquecer que sua cegueira havia sido provocada por juízo e castigo pelos erros de seu pai. 

Ouvindo aquele clamor, Jesus chama Bartimeu. Se aproxime filho. Bartimeu deixa a capa, a capa do pecado, a capa da cegueira espiritual, a capa da revolta, a capa da exclusão social, a capa da maldição hereditária (Mc 10.50). Jesus pergunta: “Que queres que eu te faça?” “Mestre que eu veja”. “Vai, tem bom ânimo, levanta!” Mc 10.52 E logo viu e seguia a Jesus pelo caminho”.